A mim e aos outros.
Quando as relações familiares são conturbadas e a culpa se passeia entre um lado e o outro (às vezes balanceia-se entre mais de 2 polos) mais vale assumir esse modo anacrónico e não pensar que somos casos únicos.
Na verdade acabei de ler um artigo que me facilitou o entendimento.
Só falta mesmo desligar o botão para evitar pensar tão recorrentemente.
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