quarta-feira, 8 de julho de 2015

As gaivotas

andam fora de si.
Lutadoras, barulhentas e a procurar novos espaços.
Mais longe do mar e mais arrojadas.
Por onde vivo já deixam marcas e não estou ao lado do mar.
Na 2.ª feira andei a fugir de 2 gaivotas.
Estavam no chão, uma a morder outra e a correr sem indicação da direção a seguir.
As gaivotas não são pequenas, não têm o tamanho de piriquitos e o seu grasnar é forte e não é nada agradável.
Quando se afastam é um alívio.

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